quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Uma Escarpa de Bacia Não Concêntrica É Identificada na Lua



















(LPOD/Cienctec) Quanto mais imagem você faz da Lua, mais você consegue ver do nosso satélite natural. Por exemplo, na imagem acima, o astrônomo amador George Tarsoudis da Grécia descobriu um traço apagado de algo parecido com um vale ou uma falha na linha que junta as crateras Piccolomini e Brenner. A feição é uma escarpa com o lado alto no leste (parte superior) dando a impressão de um terreno normal de terras altas. No oeste, a superfície dentro de 10 km da escarpa se assemelha com uma série de pequenas depressões, algumas com um preenchimento suave. Bill Hartmann e Gerard Kuiper notaram isso a aproximadamente 50 anos atrás quando eles reconheceram as bacias de impacto e seus sistemas de padrões concêntricos e radiais. A escarpa maior cortada pela Piccolomini é a continuação do anel da escarpa Altai da Bacia Nectaris. A escarpa ainda sem nome das crateras Piccolomini- Brener é radial ao centro da Bacia Nectaris e pode estar de algum modo ligada à formação da bacia. Essa poderia ser uma bacia de corrente de crateras secundárias, como o Vale Rheita, mas as bordas assimétricas – uma escarpa de um lado e nada do outro lado – sugere que a feição pode ser uma falha radial, similar àquelas que cortam através do anel do Apennine da Bacia Imbrium.

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